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Mostrando postagens com o rótulo Política Japão
O nome do blog "Vidasemvoltas" mudou para Japão Cultura e Turismo
O senador no Japão que se chama Antonio
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Sempre com o lenço ao pescoço, geralmente vermelho e, muitas vezes, combinando com a gravata. Tem uma música, gestos característicos e lembrado pelos famosos tapas da sorte. Popular e bem quisto pelos japoneses, ocupou um assento na Câmara Alta da Dieta Nacional do Japão - entre 1989 e 1995 - e foi o negociador da libertação de reféns japoneses do Iraque, na Guerra do Golfo em 1990. Esportista desde criança até se aposentar. Ex-lutador e promotor de lutas profissionais, em tempos passados apareceu muito nas páginas esportivas. Como político, irreverente, também sempre deu margem a notícias. Não importa a área, ele sempre se destaca. É o senador japonês Antonio Inoki. Seu nome verdadeiro: Inoki Kanji, conhecido como Antonio Inoki. Inoki Kanji, ou Antonio Inoki, nasceu em Kanagawa, Yokohama, no Japão. De família rica, o pai era político e minerador de carvão, que faleceu quando Inoki tinha 5 anos de idade. Com a mudança da fonte de energia para o petróleo, viveu tempos d...
Cidades coirmãs entre Brasil e Japão : laços que aproximam
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Há algum tempo fiz uma postagem mostrando os significados dos monumentos localizados nas praças situadas no Hisaya Odori, popularmente conhecido como Central Park de Nagoya. Cada praça representa uma das 5 cidades irmãs de Nagoya: Los Angeles(EUA), México(México), Nanjing(China), Sydney(Austrália) e Turim(Itália), das quais as 4 primeiras estão lá representadas por monumentos trocados entre elas. Muito embora sejamos descendentes nipônicos e nossos antepassados tenham nascido e vivido por algum tempo no Japão, existem muitas cidades coirmãs entre os dois países que muitos desconhecem. Não são apenas culturas, culinárias ou tradições que se trocam como festivais e o famoso Tanabata no Brasil e o carnaval em Asakusa, entre os dois países. Brasil e Japão tem nada menos que 11 províncias e 47 cidades coirmãs. Coirmandade é um acordo de geminação, criando as cidades-irmãs, estreitando laços entre cidades de qualquer país do mundo. Trata-se de uma parceria formal permanent...
Crise ou não?
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De um filme de 4 anos atrás - que sinto estar vivendo já há alguns meses - faço a seguinte pergunta: estamos entrando em uma nova crise? Postei uma pergunta no Twitter e a única resposta obtida foi a de que governos e empresas estariam tomando suas decisões. Não pude debater o assunto - limitado ao tempo e aos 140 caracteres - contando momentos, histórias e sensações que vivi e parecia estar passando por tudo novamente, que conto aqui resumidamente: Trabalho em uma indústria de peças, com filiais nos EUA, China e outras 3 no Japão (uma das quais estou). Nela, em 2008, tinha 3 barracões. Uma dos barracões fabrica peças exclusivamente para exportação aos EUA (principal motivo da crise na época, embora a bolha ainda não tivesse estourado). Neste barracão - que passarei a denominar barracão 1 - trabalham somente japoneses natos. Nos outros 2 barracões - que citarei como 2 e 3 - são compostos somente por brasileiros, agraciados, digamos assim, com 3 horas extras di...
Fim das empreiteiras?
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Entre uma e outra espiadela na net enquanto trabalhava, acessei a mídia on-line de brasileiros destas ilhas e encontrei esta boa notícia . Li para alguns colegas e um deles disse: -Ah, fim das empreiteiras! Retruquei, claro: -Não! É o fim das más empreiteiras! Porquê? Esta é a minha opinião: Acho que as empreiteiras se fazem necessárias, mas diante disso, só as boas permanecerão. Boa medida de um lado, porque trata-se, de certa forma, de carteira assinada. O que tem acontecido é que muitos trabalhadores são meramente "atravessados" pelas empreiteiras. Algumas fazem o simples trabalho de apresentar às fábricas, às vezes fornecendo moradia e transporte (descontados, claro!) e ainda ganham um pouco em alguns serviços extras como renovação de visto, declaração do Imposto de Renda, etc. Se há dispensa, a empreiteira não defende seu "intermediado" que são obrigados a sair à caça de empregos, preocupados em devolver o apartamento (quando dispõe!), sendo a empreiteira a mai...
E a oposição vence...
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De uma certa forma, fico contente com inovações que acontecem na política. Como já disse, sou leiga em política japonesa, mas pior que isso é não conhecer os políticos. Confesso que, mesmo assim, torci pela oposição. Se algum brasileiro que me conheceu em outras épocas, estivesse aqui, diria que eu sou sempre do contra. Na verdade, gosto de mudanças. Eu acredito que, qualquer que seja a política, vai influenciar na nossa questão, a dos dekasseguis. Fiquei ansiosamente aguardando pelo resultado, liguei a TV japonesa, mas infelizmente não consegui entender nada, apesar de todos flashes direcionarem para Yukio Hatoyama. Encontrei várias opiniões pela net, inclusive de um certo receio de rejeição para com os brasileiros. Como todo bom brasileiro, repórteres e comentaristas não vão deixar de "fuçar" a vida do vencedor. De acordo com uma matéria da BOL, Hatoyama é neto de um ex-primeiro-ministro, por parte de pai, e do fundador da fabricante de pneus Bridgestone, por parte de mãe. ...
Eleições x Taxa de desemprego no Japão
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Pedido de desculpas é uma característica peculiar aos japoneses. E assim fez o primeiro ministro, afinal não é nada fácil estar às vésperas das eleições com a maior taxa de desemprego divulgada simultâneamente . Estou ainda muito leiga, embora tente entender e aprender sobre a política japonesa. Porém, o que está na mídia é que o PDL está no poder desde 1955, interrompidos apenas por um período de 10 meses, nos anos 90, e que as pesquisas apontam para a derrota. A oposição representada por Yukio Hatoyama , do PDJ -Partido Democrata do Japão, favorita apontada nas sondagens, direcionou sua campanha em Uma política a serviço da vida das pessoas. Mudanças na política, ajuda aos desempregados, abonos de família, educação gratuita e limites ao trabalho precário, fazem parte da bandeira do programa eleitoral. O PLD pode deixar o governo, após 54 anos no poder. E peritos afirmam que os anseios da maioria não estão no projeto democrata, mas sim na retirada do atual poder. Eu, br...
Fim da recessão no Japão
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Depois deste vídeo circular há 15 dias atrás, o governo anuncia o fim da recessão. É o que está sendo divulgado pela mídia brasileira aqui no Japão. Isso já estava sendo percebido, principalmente porque o mercado de trabalho para os dekasseguis começou a reagir aos poucos. É verdade que a coisa teria sido pior do que ficou, se não houvesse a intervenção do governo. Apesar da boa nova, o ministro de Política Econômica e Fiscal, Yoshimasa Hayashi, ainda chamou a atenção para “fatores de risco” para o crescimento econômico, como produção industrial lenta, alta taxa de desemprego, queda no índice de preço ao consumidor e incertezas em relação a outros mercados mundiais. De fato, as coisas estão começando a melhorar, mas ainda tem muita gente desempregada, pessoas em situação difícil em consequência da crise. Com o anúncio do fim da recessão, espero que esta nova etapa rumo ao crescimento seja rápida e próspera.