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Mostrando postagens com o rótulo Crise e casos
O nome do blog "Vidasemvoltas" mudou para Japão Cultura e Turismo
Lonas de plástico azuis e vilas de papelão: acampamentos de homeless
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Orgulho, vergonha, baixa estima, foram os sentimentos que observei ao fazer uma busca pra saber o que significavam aquelas lonas azuis que avistava, de longe, nas frias manhãs de janeiro, em Shinjuku, Tóquio. Estava hospedada em Shinjuku, na área em que ficam os prédios dos governos de Tóquio. Tomava um ônibus até a estação e, sempre que parava no cruzamento, avistava algumas barracas e pessoas naquele local. A imagem ficou gravada e todos os dias olhava para aquele lado, com um sentimento inexplicável, misto de curiosidade, impotência, preocupação... imaginando que fossem homeless. Não dava para parar, pois o ônibus seguia direto até a estação, além do fato de que era um trajeto perto de ônibus e longe a pé. Em Tóquio, tudo é distante, todo tempo é precioso. Como se tratava de poucos dias, não poderia perder muito tempo. Shinjuku, um dos bairros de Tóquio, tem um imenso terminal - que concentra várias linhas ferroviárias, metrô, ferrovias privadas, ônibus - conside...
Crise ou não?
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De um filme de 4 anos atrás - que sinto estar vivendo já há alguns meses - faço a seguinte pergunta: estamos entrando em uma nova crise? Postei uma pergunta no Twitter e a única resposta obtida foi a de que governos e empresas estariam tomando suas decisões. Não pude debater o assunto - limitado ao tempo e aos 140 caracteres - contando momentos, histórias e sensações que vivi e parecia estar passando por tudo novamente, que conto aqui resumidamente: Trabalho em uma indústria de peças, com filiais nos EUA, China e outras 3 no Japão (uma das quais estou). Nela, em 2008, tinha 3 barracões. Uma dos barracões fabrica peças exclusivamente para exportação aos EUA (principal motivo da crise na época, embora a bolha ainda não tivesse estourado). Neste barracão - que passarei a denominar barracão 1 - trabalham somente japoneses natos. Nos outros 2 barracões - que citarei como 2 e 3 - são compostos somente por brasileiros, agraciados, digamos assim, com 3 horas extras di...
Ainda tem brasileiros sendo enganados
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Muito embora a crise e as consequências ainda estejam rondando por estas ilhas, muitos agenciadores brasileiros estão com falsas promessas de empregos no Japão. A mídia tem mostrado alguns casos, mas ainda continua... Recentemente uma emissora de TV brasileira noticiou casos de agenciadores enganando os brasileiros que querem vir para o Japão. Além disso, foram dados alertas em vários jornais e sites. Um vídeo que havia sido postado no YouTube, depois removido, mostrava a situação dramática em que se encontravam os brasileiros que vieram através de falsas promessas de empregos. Postei um vídeo da Brasil Fureai em meu Canal crisejapao , devidamente autorizada pelo Carlos Zaha, para que mais uma vez sirva de alerta aos brasileiros que estejam vindo do Brasil ao Japão.
Ajuda do governo japonês para retorno
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O amigo @carlotabuchi, postou este mesmo assunto em seu blog . Eu poderia ter postado um comentário lá, mas como ia tomar um extenso espaço e mudando a linha do comentário, resolvi deixar aqui mesmo minha opinião. A ajuda que causou muita polêmica vai acabar. Foi motivo de intensas críticas, pelo fato de os brasileiros que aceitassem não pudessem mais retornar ao Japão com este tipo de visto e por isso foi justificada , lembrando que o governo disponibilizou diversas medidas aos brasileiros, no sentido de amenizar a crise. O governo japonês mudou para 3 anos, o período de carência para retorno ao Japão, dependendo ainda da situação do país. Nem a mídia brasileira ousa afirmar. Até então, isto é noticioso. Mas é evidente que vai acabar. Mais do que na hora, afinal por pior que estejam as coisas ainda, empregos estão aparecendo. Mas não é só isso, com um novo premier e um Furacão Dubai por aí, a incógnita da melhora ainda é motivo de polêmica. Na real, bom não está, mas melhorou sim! Q...
Continuação... Brasileiros e a crise no Japão
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Agora ele quer voltar para o Japão
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Quem não se lembra de Sidival Furuzawa? Sidival foi um crisis symbol, quando a crise "pegou" aqui no arquipélago. Muita gente ficou chocada e comovida com a história e pelo esforço dele, catando latinhas para sobreviver e ainda enviando remessas para a família no Brasil. Desempregado, sem teto e muito mais preocupado com a família no Brasil. Carregava sempre consigo as fotos da esposa, filha, mãe... A Brasil Fureai o apoiou todo o tempo até o seu último dia aqui no Japão, acompanhando-o até o aeroporto. Também todos se lembram que ele criou alguns casos no aeroporto... Agora ele quer voltar para o Japão. P.S.: este é o atual canal da BF, antes no YouTube, há um bom tempo no Yahoo. @ Yahoo! Video
Situação dos brasileiros em consequência da crise
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Tenho pouco tempo hoje, trabalhei até às 7 horas desta manhã e já retorno amanhã cedo, às 7. Estou com meu horário totalmente confuso. Por isso não vou falar muito, porque também faltam-me palavras. Mas não posso deixar de registrar esta situação. Será que essas pessoas não procuram ajuda, não são vistas por ninguém ou é descaso? Exatamente em Nagoya, onde há fluxo grande de brasileiros, por causa do Consulado, Banco do Brasil... Assisti a reportagem completa pela IPC. Uma NPO japonesa está cuidando do assunto. Ainda há muito o que se fazer, além do que já se tem feito.
A volta por cima
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Tudo mentira!!! ... assim referiu RDH, 41 anos, que aqui vou chamá-la de Ro, às associações e NPO de apoio aos brasileiros em dificuldades no Japão. Passando fome, revoltada com todos e a tudo, perante a situação em que se encontrava. Sofrendo violência doméstica psicológica, desempregada e com um filho de 11 anos, procurou apoio em vários lugares, mas não obteve rapidamente. O filho de Ro fala japonês fluente e foi educado à maneira japonesa, já Ro conhece muito pouco o idioma, embora esteja há quase 10 anos no Japão. Por isso, seu filho sempre esteve junto em todos os lugares servindo de intérprete. Ro estava casada com um peruano que estava em situação ilegal no país. Tudo ia bem, seu filho até o chamava de pai. Mas bastou ficar desempregada e seu relacionamento passou a tomar outro rumo. Foram alguns meses de violência psicológica, pois seu companheiro além de não manter a família, negava os itens básicos de alimentação, higiene e também para a educação de seu filho, que ele havia ...