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Mostrando postagens de Janeiro, 2015

O nome do blog "Vidasemvoltas" mudou para Japão Cultura e Turismo

Yasaka Jinja, Kyoto

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Fundado há mais de 1.350 anos, em 656, Yasaka Jinja ou Santuário Yasaka, originalmente tinha o nome de Gion-sha, e já foi chamado Gion Jinja ou Santuário Gion. Gion é uma divindade guardiã budista, por isso o santuário já teve os nomes de Gion-sha e Kansin-in. O nome Gion Jinja foi mudado para Yasaka Jinja, quando houve a separação de templos budistas e santuários xintoístas na Era Meiji. Yasaka Jinja já ocupou o primeiro posto dos santuários apoiados pelo governo. Situado bem próximo de Hanami Koji, o acesso ao santuário é fácil, seu colorido atrai a atenção de quem passeia pela Shijo Dori, a rua comercial cheia de lembrancinhas, restaurantes, cafeterias, diversões e muitos turistas. Os inúmeros edifícios contém lanternas doadas pelos patrocinadores do Festival Gion, que enfeitam o santuário, especialmente à noite. Um bom horário para visitar Yasaka Jinja é o entardecer, apreciando o santuário durante o dia e à noite com as lanternas acesas.

Bōsai Musen, rádio de prevenção de acidentes do Japão

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Embora os japoneses sejam exigentes em relação ao barulho, pedindo silêncio em condomínios e evitem o uso de alguns eletrodomésticos como as lavadoras, por exemplo, a partir das 21h30 minutos (esses horários podem variar), em horários comerciais a coisa não é bem assim. Carros de empresas particulares - legalmente autorizadas para executar tal atividade - com alto-falantes circulam nas ruas recolhendo lixo de grande porte, uma comodidade para quem não dispõe de muito tempo. No Japão, o descarte dos objetos de grande porte é pago e as formas são diferentes em muitos lugares, regra geral tem data e horário pré-determinados, com selos que devem ser adquiridos e fixados no móvel ou eletrodoméstico. Carros ambulantes vendendo batata assada, lembram os vendedores de churros, pamonha, etc. no Brasil, também se utilizam dos alto-falantes. Em tempos de liquidação, as lojas do Japão se tornam verdadeiras feiras. Funcionários saem às portas para atrairem clientes, seja para divulgar

Otagi Nenbutsu-ji, o templo das 1200 estátuas rakan, em Kyoto

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Quem vai até Arashiyama, em Quioto, para ver o bambuzal - uma pequena caminhada de 10 minutos através de belas imagens, incluindo um santuário -  não pode deixar de seguir o caminho que indica ao templo Adashino. Depois de atravessar o bambuzal, existem muitos templos indicados em placas, um deles é o famoso Adashino Nenbutsu-ji, com 8000  estátuas, que foram colocadas em memória aos que morreram sem parentes. No entanto, é mais um daqueles lugares que não se pode fotografar no Japão. Ainda seguindo em frente, depois de andar uns 20 minutos por tranquilos atalhos, entre modelos de casas antigas, à margem de uma rodovia está o Otagi Nenbutsu-ji, um dos mais diferentes templos que vi até hoje. Embora não esteja muito listado em guias, Otagi é um templo interessante e diferente. Otagi Nenbutsu-ji é um templo budista, da seita Tendai, localizado em Quioto no Monte Atago. Originalmente, o templo foi construído no período Nara, com o nome de Atago, criado por ordem da Imperatr